9 de mar. de 2009

Todo canho é cego, surdo e louco. Bem que poderia ser mudo.

Como o título deste post referencia, todo canho tem seus momentos de breve cegueira, da mais apavorante surdez e a mais despropositada loucura (se é que há alguma loucura com propósito). De qualquer modo, todo canho que se preza tem alguma deficiência desta, temporária, mas tem.

Canhos tem a propriedade mágica de perder a visão em casos como:
  • Você acertou e ele errou. Inexplicavelmente, ele não enxerga seu acerto. Ele permanece como uma estátua no meio da praça da Sé. Pode passar a Juliana Paes nua na frente dele que o desgraçado não vê.
  • Você viu um problema numa planilha de projeto que ele fez, disse a ele que havia um problema e ele "não viu". Dias depois dá uma merda. Ele vem que nem o King Kong com um troço rolha entalado no cú berrando que ninguém viu um pequeno deslise e por isso a caca aconteceu. Que se não é ele a olhar tudo o universo já teria se desintegrado.
Do mesmo modo que a visão se vai, ela volta, obviamente, para que ele possa melhor ferrar você.

Canhos tem a propriedade cósmica de ensurderecem repentinamente quando:

  • Você avisa que vai dar merda.
  • Alguém liga dizendo que vai dar merda.
  • Quando deu merda e ele é o único culpado.
  • Quando você avisa que vai ter que faltar no dia tal para ir ao médico porque seus dedos estão com gangrena avançada e vai ter atestado médico para justificar a falta.
A audição do canho é prontamente reestabelecida assim que ele se vê livre de qualquer situação incômoda.

Canhos tem a característica marcante de serem permanentemente loucos. Basta ler todos os posts publicados até agora neste blog.

Infelizmente uma coisa que os canhos tem sempre é voz para falar merda e encher a porra do nosso saco. Se vocês me perguntassem há uns dois anos atrás o que eu pediria se eu encontrasse a lâmpada de aladim, eu diria riquezas, talvez fama, mulheres possivelmente. Hoje eu pediria apenas que o canho fosse mudo.

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