26 de fev. de 2009

As canhisses de um canho

Então galera, estamos aqui mais uma vez diretamente da canholândia para mais um relato verídico ainda que absurdo da vida dos pobres TIzinhos e seu canho de estimação.

É verdade que uma das maiores características de qualquer canho que se preza é seu total desrespeito pela condição humana, principalmente daqueles sob sua responsabilidade. 

Este que vos escreve encontra-se enfermo. Pode não ser nada espetacularmente grave mas dói durante as crises e muito provavelmente precisarei de cirurgia para não mais sentir dores.

Obviamente que fui ao médico. Obviamente que estou com licença médica por dois dias com atestados e tudo o mais. Obviamente que até o RH da empresa já sabe que estou acamado e com licença médica. Mas isto não é nada para o canho. Não crianças, para o canho o fato de você não ter vindo trabalhar por motivo de doença não lhe dá o direito de não trabalhar. Para ele você apenas foi um menino mal criando que resolveu por pirraça trabalhar em casa. Você não está com dores de cabeça fortíssimas daquelas que o monitor do computador parecem o sol do meio dia nem está com tanta dificuldade de respirar que parece que a bunda da Mulher Melancia está afogando seu nariz. Não. Para ele isso não existe.

Recentemente o canho teve seu dia de enfermidade. Dia não, três deliciosos e longos dias. Três dias tão bons que quando acabaram deixaram saudade, afinal, "Um dia sem o canho é um dia feliz. Imagine três então".

Logo, aqui vai um conselho do tio Documentador para vocês. Não fiquem doentes enquanto trabalharem para o canho. Porque ele vai tornar, como sempre, a sua vida um inferno.

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